terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Mais um ano se aproxima do seu fim...
São 365 dias de luta, de esforço, de estudos, risos, lágrimas, correria, calmaria, alegrias, tristezas inenarráveis.
Mas principalmente, são 365 dias de esperanças.
Esperanças essas que serão renovadas nas próximas 48 horas.
Já dizia um velho ditado: “A esperança é a última que morre.” Por isso a cada ano temos inúmeras esperanças e queremos com muita fé que elas sejam reais, que se realize tudo aquilo que esperamos. Mas se não conseguimos num ano, continuamos esperançosos de que no próximo vamos conseguir.
Até que ponto essas esperanças nos fazem bem?
Eu sempre tive muitos sonhos, muitos planos, e tinha também muita esperança que tudo daria certo. Mas sem querer, perdi a esperança...tudo foi drenado de minhas veias, sem anestesia, sem preparo, sem anti-sepsia e com a mais calibrosa das agulhas pra que fosse mais rápido.
Me senti vazia.
Como se tudo aquilo que fiz por mim ha vida toda tivesse sumido.
Tudo que eu acreditava num tem mais a menor razão de ser.
Parece que eu bati a cabeça tão forte, mas tão forte, que eu nem sei onde foram parar meus pensamentos e meus sonhos.
Tem mais ou menos 8 meses que eu sofri essa concusão, ainda estou em fase de convalescência. Mas a cabeça já ta menos inchada, os pensamentos estão começando a se ajustar nos seus devidos lugares. A visão ta menos turva, eu acho...

Mas um novo ano está chegando, onde tudo pode mudar, tudo pode de repente dar certo quem sabe.
Olha a esperança aí denovo gente!!!

by ACT, 31/12/09

sábado, 31 de outubro de 2009

DESPEDIDA

Existem duas dores de amor: A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda estamos tão embrulhados na dor que não conseguimos ver luz no fim do túnel.

A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel. A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida:a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também…
Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou.

Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem se desprender. Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir, lembrança de uma época bonita que foi vivida…
Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à quala gente se apega. Faz parte de nós. Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis,mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira entranhou-se na gente, e que só com muito esforço é possível alforriar.

É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a ‘dor-de-cotovelo’ propriamente dita. É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nosdeixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: “Eu amo, logo existo”.

Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente…
E só então a gente poderá amar, de novo.

Martha Medeiros
Eu aprendi......
que ignorar os fatos não os altera;

Eu aprendi......
que quando você planeja se nivelar com alguém, apenas esta permitindo que essa pessoa continue a magoar você;

Eu aprendi......
que o AMOR, e não o TEMPO, é que cura todas as feridas;

Eu aprendi......
que ninguém é perfeito até que você se apaixone por essa pessoa;

Eu aprendi......
que a vida é dura, mas eu sou mais ainda;

Eu aprendi......
que as oportunidades nunca são perdidas; alguém vai aproveitar as que você perdeu.

Eu aprendi......
que quando o ancoradouro se torna amargo a felicidade vai aportar em outro lugar;

Eu aprendi......
que não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito;

Eu aprendi......
que todos querem viver no topo da montanha, mas toda felicidade e crescimento ocorre quando você esta escalando-a;

Eu aprendi......
que quanto menos tempo tenho, mais coisas consigo fazer.
(Boa noite , Amor )
William Shakespeare

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

O tempo voa
O tempo não espera nenhuma pessoa
O tempo cura todas as feridas
Todos nós queremos mais tempo...
Tempo de se levantar...
Tempo de crescer...
Tempo de deixar ir...
Tempo.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

A dor vem de todas as formas
Uma pequena ferida, um pouco de dor, por acaso um sofrimento
As dores normais com que vivemos diariamente
Então, existe uma classe de dor que não podemos ignorar
Um nível de dor tão grande que bloqueia todo o resto
Faz com que o resto do mundo, vá se afastando
Até que tudo o que podemos pensar...é quanto nos ferimos
Como dirigimos nossa dor, está em nós
Dor...nos anestesiamos...nos tiramos...nos abraçamos...nos ignoramos
E para alguns de nós, a melhor maneira de administrar a dor,
É empurrarmos para longe
Dor..., só tem que tirá-la
Esperando que se vá pra longe de você
Esperando que a ferida que causou, cure
Não há soluções
Não há respostas fáceis
Só respirar fundo e esperar para afundar
Na maioria do tempo a dor pode ser controlada
Mas tem ocasiões que a dor pega você quando mesnos esperava
É a forma em que toma e não deixa você ir
Dor...você só fica lutando, porque a verdade é...
Que você não pode fugir dela
E a vida sempre faz mais.

by ACT.
Gostaria que existisse um manual para intimidades...
Algum tipo de guia que dissesse quando você cruzou a linha.
Seria bom se pudesse ver o que está vindo.
Eu não sei como mostrar isso num mapa...
Você tem o que pode ter,
E o mantém tão longe quanto puder.
E sobre as regras...
Talvez não tenha nenhuma,
Talvez as regras e a intimidade sejam algo que você mesmo tenha que definir.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

PORQUE A TRISTEZA DÓI TANTO?
Talvez porque não queríamos ficar tristes, e sim felizes.
Talvez porque o motivo da nossa tristeza seja o desejo de felicidade.
Porque às vezes ela vem de maneira inesperada, e nos pega de surpresa.

by ACT.