quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Se você se acha bom pra mim, realmente você deve ser.

Mas se você se acha ótimo pra mim, você num tem idéia de quem eu sou.

by ACT, 05/08/10 – 15:00h

quarta-feira, 21 de julho de 2010


Sinto que sou uma bomba com alto poder de destruição. Mas infelizmente na maioria das vezes eu tento destruir a mim mesmo. Por quê? Não faço a mínima idéia do que se passa na minha mente de tempos em tempos. Ora tudo está certo e logo tudo fica de uma forma tão errada quanto se pode imaginar. Meus pensamentos são tão loucos e tão adversos, que na maioria das vezes se fundem causando ainda mais confusão, se isso possível for.

Minha mente trabalha tão rápido em certas coisas que eu me assusto com esse poder de mentalização, de percepção, de confusão, de manipulação...

Meu estado de insanidade total caminha muito junto com o meu bom senso, que às vezes se esconde. Nessas horas é que minha mente viaja com passagem de primeira classe para meu mundo paralelo. Sempre acho que estou sendo abduzida.

No meu mundo paralelo tudo é muito colorido e tudo muito fácil. Mas no meu mundo real a vida anda meio cinzenta, meio turva. Minhas noites de sono tem sido verdadeiras batalhas entre esses dois mundos e eu nunca sei onde devo ficar. Só num sei ficar no meio! Odeio partes, metades, pedaços, meio termo. Eu preciso da realidade porque a falta dela me consome.

No mundo real eu vivo construindo meu castelo dos sonhos, só que talvez por inexperiência ou por culpa da tal insanidade, eu o faço na areia, e toda hora vem um vento, uma ventania, um vendaval ou até mesmo, meu próprio suspiro de cansaço, e tudo se desfaz em segundos.

Daí eu reinicio... mais uma vez.

Desistir num faz parte de quem eu sou ou de quem me tornei. Mas num sei ainda exatamente no que me tornei, mas embora toda essa confusão persista me tornei melhor. Dura seria a palavra talvez.

Quem ler isso pode até achar por um momento que eu não sou feliz. Mas eu sou, só expresso isso de forma diferente. Na verdade acho que quem grita demais que é feliz, tem uma enorme carência de alguma coisa, de alguém que se tem e parece num ter. Eu digo isso porque acredito que ninguém, NINGUÉM é feliz por completo, 100%. Se fosse, que graça teria essa enorme e intensa busca? Exatamente, busca, por tudo. Se o amor tá muito bom, o trabalho num tá, se os estudos estão maravilhosos e o aprendizado vale à pena... mesmo assim tenho que perder peso.

Insatisfação é o que nos move!!! E com certeza é o que pode nos tornar melhor, todos os dias.

by ACT, 21/07/10 – 12:20hs

domingo, 13 de junho de 2010

Eu quero isso e aquilo.
Eu quero a alma, a carne, as entranhas.
Eu quero o riso, o gozo, o gosto.
Eu quero mais...
Eu quero mais sol, mais suor.
Eu quero mais verde, mais vento, mais fumaça.
Eu quero o caos, em mim, sobre mim, no meio.
Eu quero a paz, o sussurro, o gemido.
Eu quero o grito.
Eu quero bem mais...
Eu quero o prazer, o cansaço, a dor.
Eu quero tudo e mais um pouco.

by ACT, 12/06/2010 - 20:49h

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

A quem interessar possa

Há tempos estou pra lhe falar algumas coisas. Tudo tem ficado muito confuso, cada vez mais sinto que você me alcança menos e acho que esclarecer algumas coisas pode ajudar. Você diz que me ama, mas talvez esteja enganado. O amor compreende, e o amor só ama de verdade aquilo que o completa. Talvez você ame quem você é quando estou por perto. Talvez você ame apenas a idéia que tem de mim, e isso não sou eu. Isso é você querendo que eu caiba nos seus anseios, nos seus desejos. Vê? Isso é você amando a si mesmo. Essa é a soma das suas perspectivas, que muitas vezes não condiz com o real. Nesse caso, não tendo eu outra alternativa além de ser o que eu sou, a você restam duas opções: me ame, ou me deixe. Me queira com tudo o que eu tenho de bom e de ruim, com todas as idiossincrasias e as pequeninas coisas que muitas vezes você nem considera correto. Entenda que eu não escolhi e nem tenho culpa de ser cavalo selvagem: o fato de você conseguir cavalgar comigo depende unicamente da sua destreza. Entenda que eu sou como um gato, variável , inconstante, mas sempre honesto: uma vez que se sabe lidar com ele é garantia de carinho e apego eterno. Caso contrário, arranhões e comportamento arredio são inevitáveis. Caso contrário, se prepare pra me ver fugir ou te ignorar. Quem quer conviver com bichos selvagens deve estar preparado para as intempéries. No mínimo existe a garantia de surpresa e nenhuma previsibilidade, nunca se sabe o que pode acontecer. Pra uns isso pode parecer desesperador, para outros é apenas imensamente emocionante. É sempre seu direito botar na balança e decidir se quer viver assim na corda bamba, numa aventura sem roteiro pré-estabelecido. Mas se me quer por perto, deixa-me ser. Não me tome por pretensiosa por falar desse jeito sobre mim mesma. É apenas uma tentativa de que eu e você descubramos se existe realmente algum laço real, ou se ele é feito de filó. Decifra-me, ou te devoro. Sem dó nem piedade.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Mais um ano se aproxima do seu fim...
São 365 dias de luta, de esforço, de estudos, risos, lágrimas, correria, calmaria, alegrias, tristezas inenarráveis.
Mas principalmente, são 365 dias de esperanças.
Esperanças essas que serão renovadas nas próximas 48 horas.
Já dizia um velho ditado: “A esperança é a última que morre.” Por isso a cada ano temos inúmeras esperanças e queremos com muita fé que elas sejam reais, que se realize tudo aquilo que esperamos. Mas se não conseguimos num ano, continuamos esperançosos de que no próximo vamos conseguir.
Até que ponto essas esperanças nos fazem bem?
Eu sempre tive muitos sonhos, muitos planos, e tinha também muita esperança que tudo daria certo. Mas sem querer, perdi a esperança...tudo foi drenado de minhas veias, sem anestesia, sem preparo, sem anti-sepsia e com a mais calibrosa das agulhas pra que fosse mais rápido.
Me senti vazia.
Como se tudo aquilo que fiz por mim ha vida toda tivesse sumido.
Tudo que eu acreditava num tem mais a menor razão de ser.
Parece que eu bati a cabeça tão forte, mas tão forte, que eu nem sei onde foram parar meus pensamentos e meus sonhos.
Tem mais ou menos 8 meses que eu sofri essa concusão, ainda estou em fase de convalescência. Mas a cabeça já ta menos inchada, os pensamentos estão começando a se ajustar nos seus devidos lugares. A visão ta menos turva, eu acho...

Mas um novo ano está chegando, onde tudo pode mudar, tudo pode de repente dar certo quem sabe.
Olha a esperança aí denovo gente!!!

by ACT, 31/12/09

sábado, 31 de outubro de 2009

DESPEDIDA

Existem duas dores de amor: A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda estamos tão embrulhados na dor que não conseguimos ver luz no fim do túnel.

A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel. A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida:a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também…
Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou.

Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem se desprender. Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir, lembrança de uma época bonita que foi vivida…
Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à quala gente se apega. Faz parte de nós. Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis,mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira entranhou-se na gente, e que só com muito esforço é possível alforriar.

É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a ‘dor-de-cotovelo’ propriamente dita. É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nosdeixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: “Eu amo, logo existo”.

Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente…
E só então a gente poderá amar, de novo.

Martha Medeiros
Eu aprendi......
que ignorar os fatos não os altera;

Eu aprendi......
que quando você planeja se nivelar com alguém, apenas esta permitindo que essa pessoa continue a magoar você;

Eu aprendi......
que o AMOR, e não o TEMPO, é que cura todas as feridas;

Eu aprendi......
que ninguém é perfeito até que você se apaixone por essa pessoa;

Eu aprendi......
que a vida é dura, mas eu sou mais ainda;

Eu aprendi......
que as oportunidades nunca são perdidas; alguém vai aproveitar as que você perdeu.

Eu aprendi......
que quando o ancoradouro se torna amargo a felicidade vai aportar em outro lugar;

Eu aprendi......
que não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito;

Eu aprendi......
que todos querem viver no topo da montanha, mas toda felicidade e crescimento ocorre quando você esta escalando-a;

Eu aprendi......
que quanto menos tempo tenho, mais coisas consigo fazer.
(Boa noite , Amor )
William Shakespeare